Nov102008
18:04:49
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Capítulo 10... Tem coisa que parece mentira.
Tem coisa que parece mentira
Falando em preconceito, Pirata leu no jornal sobre uma gangue chamada branco, que espalha cartazes preconceituosos.
Ele acha que isso é uma besteira, pois o Brasil é um país super miscigenado, com 2/3 da população negra ou de origem indígena. Sem falar que na verdade todo o mundo é de origem africana.
Agora sobre a língua portuguesa não tem jeito, ela é boa até pra piada! Tem uma que é assim: a professora pede para que Joãozinho fale um verbo. Ele diz bicicreta. Ela responde: “É bicicleta, e bicicleta não é verbo, é substantivo”. Ela então pede à Mariazinha, que pedar.
A professora responde: “Não é pedar, e sim pedal. Mas pedal é substantivo”. Já desanimada, a professora pede a Zezinho, que responde hospedar. Ela diz: “muito bem!” Agora forme uma frase! Resposta: “Os pedar da bicicreta é amarelo”.
A professora de Pirata lhe disse que os indígenas não conseguiam pronunciar lh e nh quando os portugueses vieram. Tanto que há uma língua indígena que existe até hoje que palavras como filho, milho, palha velho ficam fio, mio, paia e veio.
A Vó de Todos contou uma história (verdadeira) que um funcionário do MEC a contou. Um dia, uma senhora chegou para pedir um livro para sua neta. O rapaz quis saber quem era o autor. Nisso a senhora começou a rir. O rapaz, intrigado, insistiu: “Por que está rindo?” Eu só perguntei quem era o autor. Daí a senhora respondeu. “É que aqui no nordeste, quando alguém seduz uma moça, a primeira pergunta que a gente faz é: “Quem é o autor”?
Escritor às vezes passa por cada apuro! Teve uma vez que a amiga escritora da Mãe de Todos teve que se hospedar na casa da secretária de cultura. Só que o marido dela esqueceu que tinha visita e soltou os cachorros. Quando elas chegaram à porta da casa, os cachorros vieram para cima do carro porque estranharam o cheiro da escritora. A secretária saiu e voltou com um cobertor com o cheiro da família para a escritora sair enrolada nele. E o pior é que o quarto em que ela ficou não tinha chave, então, mesmo sendo caixinha, ela arrastou um armário para a porta, segura que não ia virar ração de cachorro. Artista sofre!
Falando em preconceito, Pirata leu no jornal sobre uma gangue chamada branco, que espalha cartazes preconceituosos.
Ele acha que isso é uma besteira, pois o Brasil é um país super miscigenado, com 2/3 da população negra ou de origem indígena. Sem falar que na verdade todo o mundo é de origem africana.
Agora sobre a língua portuguesa não tem jeito, ela é boa até pra piada! Tem uma que é assim: a professora pede para que Joãozinho fale um verbo. Ele diz bicicreta. Ela responde: “É bicicleta, e bicicleta não é verbo, é substantivo”. Ela então pede à Mariazinha, que pedar.
A professora responde: “Não é pedar, e sim pedal. Mas pedal é substantivo”. Já desanimada, a professora pede a Zezinho, que responde hospedar. Ela diz: “muito bem!” Agora forme uma frase! Resposta: “Os pedar da bicicreta é amarelo”.
A professora de Pirata lhe disse que os indígenas não conseguiam pronunciar lh e nh quando os portugueses vieram. Tanto que há uma língua indígena que existe até hoje que palavras como filho, milho, palha velho ficam fio, mio, paia e veio.
A Vó de Todos contou uma história (verdadeira) que um funcionário do MEC a contou. Um dia, uma senhora chegou para pedir um livro para sua neta. O rapaz quis saber quem era o autor. Nisso a senhora começou a rir. O rapaz, intrigado, insistiu: “Por que está rindo?” Eu só perguntei quem era o autor. Daí a senhora respondeu. “É que aqui no nordeste, quando alguém seduz uma moça, a primeira pergunta que a gente faz é: “Quem é o autor”?
Escritor às vezes passa por cada apuro! Teve uma vez que a amiga escritora da Mãe de Todos teve que se hospedar na casa da secretária de cultura. Só que o marido dela esqueceu que tinha visita e soltou os cachorros. Quando elas chegaram à porta da casa, os cachorros vieram para cima do carro porque estranharam o cheiro da escritora. A secretária saiu e voltou com um cobertor com o cheiro da família para a escritora sair enrolada nele. E o pior é que o quarto em que ela ficou não tinha chave, então, mesmo sendo caixinha, ela arrastou um armário para a porta, segura que não ia virar ração de cachorro. Artista sofre!
Sindicação
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